Bebê de capacete: quando é necessário? Cerca de 12% dos bebês brasileiros têm assimetria craniana - Revista Pais&Filhos

May 20, 2017

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Homenagem: Dia Internacional da Mulher – Portal Chris Flores

March 9, 2014

Para celebrar o 8 de Março, três mamães contam como conciliam a carreira com a maternidade.

 

 

 

 

Laiane Araújo é mãe do Arthur, de sete meses. Ela trabalha como líder da área de monitoração da Finnet

 

 

“Ser mãe só melhorou meu desempenho no trabalho! Meu filho é a mola propulsora do meu crescimento. O Arthur chegou sem a gente esperar, mas foi com ele que eu descobri a força que eu tenho. É por ele que eu quero sempre crescer porque é uma pessoa que vai estar sempre ao meu lado e eu tenho a responsabilidade de passar isso pra ele.

Antes de engravidar, dedicava grande parte do meu tempo ao trabalho. A área de monitoração são “os olhos” da Finnet, funciona 24 horas os sete dias da semana. Foram cinco anos de dedicação e apesar de gostar da minha função, queria passar mais tempo com a família. Fui transferida de área, mas acabei voltando para liderar a equipe justo quando engravidei.

Foram meses de ajustes para a minha saída, e quando voltei meu lugar estava lá e a minha equipe, que é formada apenas de homens, me recebeu muito bem. Hoje, eu divido meu tempo entre a responsabilidade que a área exige e minha família.

O mais importante é que as empresas, assim como a Finnet, proporcionam às mulheres, mesmo com cargos de responsabilidade como o meu, consigam tempo para cuidar de seus filhos. Afinal, eu tenho que liderar a minha casa assim como lidero a minha equipe”.

 

 

 

 

Miriam Schreen, esposa do Dr. Gerd Schreen. Ela é mãe da Christine.

 

 

 

Acredito que por um filho tudo vale a pena! O nascimento da minha segunda filha mudou completamente as nossas vidas! Veio completar a nossa família, trazendo muita alegria, companhia para a irmã; mas junto trouxe uma preocupação...

Com pouco mais de quatro meses, ela foi diagnosticada com Plagiocefalia Posicional, uma assimetria causada pelo apoio viciado da sua cabecinha por causa de um torcicolo congênito. Muito difundida nos Estados Unidos, no Brasil o problema ainda não tinha solução. Inconformados com a situação, buscamos opiniões dos mais renomados médicos e neurocirurgiões do País e nos Estados Unidos.

Seguimos então a orientação do neurocirurgião pediátrico, chefe do Johns Hopkins Hospital em Baltimore, EUA, que nos indicou um tratamento realizado com uma prótese craniana, uma espécie de capacete que a criança usaria durante alguns meses para corrigir definitivamente a deformidade da sua cabecinha. Sem cirurgia, sem cortes, nem mesmo uma punção. A desvantagem era que só estaria disponível nos Estados Unidos e em dois países da Europa. 

Mudei para os EUA com a bebê e a minha filha mais velha, que na época tinha apenas dois anos... Foi um período muito difícil porque estava longe de tudo e meu marido, que é médico, dividia-se entre nós e o consultório no Brasil.

Voltamos com a nossa filha tratada e um novo ideal de vida: ajudar outros pais que passavam pela mesma situação! Meu marido se especializou no problema e abrimos uma clínica com tudo que existe de mais moderno para o tratamento. Hoje, estamos realizados em ver tantos bebês sendo tratados como pudemos fazer com nossa filhinha.

 

 

 

Dra. Carla Renata Sarni, mãe do João Pedro, de 11 anos e do Davi, de 10. Ela é presidente da empresa Sorridents

 

 

 

Dirigir uma empresa e ser mãe é tarefa para as supermulheres do século 21, mas eu demorei até conseguir administrar meu tempo.

O click veio depois que meu filho mais novo teve um problema de saúde e precisou ser hospitalizado. A partir deste dia, tomei uma decisão: não misturar o trabalho com a família. Para isso, procurei ajuda profissional por meio do Coaching, o que me ajudou muito a resolver a questão.

Hoje, eu sei que o importante da relação com os filhos é muito mais a qualidade do tempo que se passa com eles do que a quantidade. Por isso, quando estou com os meus dedico toda a atenção a eles, seja na cobrança da lição de casa ou no passeio de férias.

Férias é outro ponto importante. Perdi as contas de quantas vezes trabalhei durante este período, o que interferia na minha relação com a família porque não fazia nem uma coisa e nem outra direito. Hoje, só trabalho se realmente for necessário e urgente.

Por todas estas atitudes, vejo que o fato de passar pouco tempo com os filhos não é motivo para deixar de impor limites.

São seus valores que construirão o caráter das crianças e não a quantidade de tempo que se passa com elas. Por isso, procuro mostrar que nem tudo na vida são flores, que às vezes precisamos executar tarefas que não nos agradam, mas que isso faz parte da vida de pessoas responsáveis.

 

 

 

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