Referenciando um paciente

 

Se você, médico ou profissional da área da saúde, tem um paciente com assimetria craniana posicional e gostaria de encaminha-lo para uma avaliação conosco veja as dicas abaixo. Estamos também à disposição para discutir algum caso específico caso sinta essa necessidade a qualquer momento. O texto é longo, mas vale a leitura por dar um excelente panorama geral sobre como seu paciente será recebido em qualquer uma de nossas unidades.

     A Clínica Heads está à disposição dos profissionais de saúde para avaliar e tratar as assimetrias cranianas posicionais de seus pacientes. Empregando tecnologia de ponta e com equipe altamente qualificada especificamente nessa área, oferece uma experiência do tipo "one stop treatment", ou seja, todo o processo, desde a avaliação inicial até a alta é desenvolvido na clínica. Além de conforto e praticidade, dá segurança ao paciente e seus familiares quanto à consistência e confiabilidade do tratamento. 

     Todo paciente encaminhado à nossa clínica passa pela avaliação de um médico especialista no assunto. Nessa consulta são realizados anamnese, exame físico e em seguida, no próprio ambiente do consultório, o escanemaneto tridimensional a laser. Se houver necessidade da realização de outros exames complementares os mesmos são solicitados por esse médico, mas lembramos que na grande maioria dos casos não é preciso submeter o bebê à radiação (raio-X ou tomografia) para um diagnóstico seguro. A diferenciação da cranioestenose é feita clinicamente com muita segurança apenas pelo exame físico, mas não hesitamos em pedir os exames necessários quando houver qualquer dúvida diagnóstica. Se a qualquer momento for identificada uma cranioestenose, retornamos o paciente ao médico que o encaminhou com as devidas observações. Se desejar, podemos indicar alguns neurocirurgiões pediátricos que podem dar seguimento ao caso (geralmente cirúrgico).

     Com todos esses dados em mãos, o médico discute com o paciente as possibilidades terapêuticas. Sempre que possível, trataremos as assimetrias cranianas posicionais com manobras de reposicionamento. Quando, porém, houver indicação do uso de órtese craniana, discutimos em detalhes essa opção com os pais do paciente. Ao optarem pelo tratamento, os pais recebem um Manual com orientações expressas sobre o mesmo, cuidados e instruções de uso da órtese, e um contrato que define direito e obrigações. Disparamos, então, o pedido ao fabricante nos Estados Unidos que produz a órtese rigorosamente sob medida para cada paciente. Como a precisão é fundamental para que o capacetinho produza o efeito desejado, há um limite de tempo de 48 horas entre o escaneamento a laser e o envio do pedido de fabricação. Isso se deve ao intenso crescimento craniano do bebê nessa fase e a exigência é imposta e controlada pelo FDA nos Estados Unidos. Ressaltamos que não temos vínculo com o fabricante das órteses nem vendemos as mesmas. Na verdade compramos a órtese e a importamos para que possamos usa-la no tratamento do paciente.

     A órtese chega à clínica em geral entre 14 e 18 dias a partir da data do pedido, momento em que os pais são convocados para o ajuste inicial, dando início efetivamente ao tratamento. Nos retornos que se seguem (em geral a cada 14 a 21 dias) o paciente é reexaminado e a equipe de fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais promove ajustes na parte interna da órtese, dando progressivamente mais espaço para crescimento apenas onde interessa. Normalmente uma única órtese é suficiente para corrigir a assimetria craniana do bebê. 

     Ao final do tratamento, quando a correção já é evidente e os pais, em conjunto com a equipe assistencial, considerar que já está bom, o médico faz um novo escaneamento a laser, momento em que são feitas novamente todas as medidas e o escaneamento final ​é comparado ao inicial, documentando em detalhes o resultado alcançado. Desta forma, é possível verificar se já foi alcançada a normalidade desejada e, se for o caso, o paciente receber a alta.

Durante todo o tratamento os pacientes recebem suporte integral da equipe assistencial relativa ao tratamento. O médico responsável supervisiona todo o tratamento e interage sempre que necessário, mas o contato maior dos pacientes é com o fisioterapeuta/terapeuta ocupacional. 

A interação com o pediatra do bebê é muito bem-vinda e valiosa durante todo o tratamento, particularmente nas situações em que o bebê apresenta alguma outra doença ou condição que pode interferir no uso da órtese (viroses, questões de pele, outras doenças neurológicas, etc). Além disso, ter o apoio do pediatra para o tratamento é um preciosíssimo incentivo para que essa fase de cuidados especiais seja superada e o melhor resultado seja alcançado.

     Estamos à inteira disposição dos colegas pediatras, neurologistas, neurocirurgiões, craniofaciais, ortopedistas, entre outros, para discutir algum caso em particular sempre que necessário. O paciente não precisa de nenhum encaminhamento especial, mas incentivamos aos colegas a referenciar os pacientes com encaminhamento simples no receituário, facilitando inclusive o feed-back. Não se preocupe se não tiver certeza do diagnóstico, pois estamos aqui para ajudar.

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