Órtese Craniana

 

À medida que o bebê vai crescendo, vai ficando mais ativo e forte. Isso, claro, é muito bom e desejável, mas ao mesmo tempo vai dificultando cada vez mais o reposicionamento. Não ficando mais apoiado tempo suficiente na área proeminente, a eficácia desse método cai drasticamente, o que é mais marcante por volta do 5º mês de vida. Quando o bebê aprende a sentar, então, fica ainda menos tempo apoiado onde precisa para melhorar. Apostar numa melhora espontânea nessa fase não faz sentido, pois o estímulo para o crescimento tenderá a fazer crescer a cabeça sem mudança significativa de formato, uma vez que não conseguimos mais segurar o crescimento na área que está proeminente.

 

É aí que entra a órtese craniana, uma espécie de capacetinho feito rigorosamente sob medida para cada bebê, que conterá, sem pressão, o crescimento na região proeminente, permitindo o crescimento apenas nas regiões que se 

encontram achatadas. Dessa forma, moldamos o crescimento do crânio, corrigindo seu formato de maneira suave e indolor. Para que tenhamos certeza de que a órtese não vai machucar, apertar ou incomodar o bebê, utilizamos um equipamento de escaneamento tridimensional a laser, o STARscanner®, melhor dispositivo no mundo para esse fim, que, além de permitir a obtenção de medidas e índices com altíssimo

grau de precisão e confiabilidade, gera também um molde virtual da cabeça do pequeno paciente, que será usado para a confecção da órtese atendendo aos mais rigorosos padrões de qualidade do mundo. Aliás, a órtese que utilizamos, a STARband®, fabricada nos Estados Unidos pela Orthomerica Inc., maior e melhor fabricante mundial desse tipo de dispositivo, é a única no Brasil que atende esses quesitos e é registrada junto à ANVISA.

 

Nas assimetrias cranianas mais severas, há indicação de uso da órtese craniana com mais precocidade, às vezes a partir do 3o mês de vida, pois mesmo com um excelente reposicionamento (o que não é fácil), poderia haver melhora, mas certamente o formato craniano não alcançaria níveis de normalidade.

De forma geral, a fase em que mais rapidamente alcançamos nosso objetivo, é quando iniciamos o tratamento entre o 3o e o 6o mês de vida. Isso não quer dizer que não pode ser iniciada depois disso, mas quanto mais importante é a deformidade, certamente é melhor começar logo. O ritmo de crescimento diminui rapidamente com o passar dos meses, diminuindo progressivamente o potencial de correção do tratamento.

 

Durante o tratamento, são realizados retornos periódicos à clínica (geralmente com intervalos de 15 a 21 dias), nos quais avaliamos o progresso, reexaminamos o bebê e promovemos ajustes à órtese para que o crescimento continue ocorrendo apenas onde é desejado.

 

Ao final, reescaneamos a cabeça do bebê para medir e documentar o resultado. É hora de comemorar o resultado do esforço conjunto!

 

O bebê usa a órtese por alguns meses (geralmente 3 a 4 meses, mas o tempo de tratamento depende da idade e do grau de assimetria) e se beneficia da correção pelo resto de sua vida!

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