Área do Médico

Como abordar a assimetria craniana do seu paciente

 

A plagiocefalia, a braquicefalia e a escafocefalia posicionais são altamente prevalentes nos consultórios pediátricos e estar seguro e atualizado sobre o assunto é o primeiro passo para que seu pequeno paciente seja corretamente avaliado e orientado.

Ninguém é perfeitamente simétrico, mas assimetrias além da faixa de normalidade podem e devem ser tratadas.

Todos sabemos da importância de deitar os bebês de barriga para cima para minimizar o risco da Morte Súbita do Recém-Nascido. Ao mesmo tempo, é fato que a incidência das assimetrias cranianas posicionais cresceu mais de 600% após a adoção dessa medida. E, diferente do que até há alguns anos, não é mais preciso fugir do assunto ou mesmo minimizar o problema, pois já existe em nosso meio tratamento efetivo.

Diagnóstico Diferencial
Acertar o diagnóstico é o primeiro passo para o tratamento correto.

Diferenciar plagiocefalia posicional de cranioestenose é algo bastante simples, mas deve ser feito por alguém que tenha experiência no assunto. A anamnese e o exame físico são suficientes, na imensa maioria das vezes, para distinguir com segurança entre as duas situações. A tomografia com reconstrução 3D é o exame de escolha para verificar radiologicamente se há fechamento precoce das suturas cranianas, mas deve ser reservada para os casos em que realmente não é possível ter certeza apenas pelo exame físico. Do contrário, não se justifica a exposição à radiação e à anestesia.

Clique aqui e confira como diferenciar as assimetrias cranianas posicionais das cranioestenoses. Se tiver dúvidas, podemos ajudá-lo(a) a avaliar o seu paciente. Entre em contato conosco.

Perguntas que devemos nos fazer diante de uma assimetria craniana em um bebê.
  1. A assimetria craniana parece estar acima da normalidade?

  2. Olhando de cima é possível perceber um lado diferente do outro?

  3. A região frontal e face estão comprometidas?

  4. Há desalinhamento das orelhas?

  5. Há sinais que sugiram a presença de cranioestenose?

Clique aqui e verifique as características de cada uma das assimetrias cranianas mais freqüentes.

Torcicolo Congênito
As plagiocefalias posicionais estão intimamente relacionadas a qualquer condição que leve ao apoio viciado da cabeça, em especial, ao Torcicolo Congênito

O Torcicolo Congênito, condição em que a musculatura do pescoço do bebê encontra-se mais tensa de um lado que do outro (mais comumente o musculo esternocleidomastóide), faz com que a cabeça do bebê, quando em repouso, fique sempre levemente rodada para um dos lados, levando ao chamado apoio viciado. A região que fica constantemente em contato com o apoio acaba crescendo menos e conduz à deformidade típica da plagiocefalia posicional.

O tratamento quase sempre é a fisioterapia motora e deve ser iniciado precocemente, idealmente antes da assimetria se instalar. 

Lembre-se, os casos mais severos são os mais fáceis de serem diagnosticados. Já os casos mais leves requerem mais atenção para serem identificados, mas também devem ser tratados.

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